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A AMERICA DO SUL NÃO É O CONTINENTE QUE LIDA EM RELAÇÃO À ENERGIA VERDE, MAS A AMERICA DO SUL É UMA DAS ECONOMIAS QUE CRESCE MAIS RÁPIDO. COMO RESULTADO DISTO, TODOS OS PAÍSES, ESPECIALMENTE O LÍDER ECONÔMICO, BRASIL, TEM URGÊNCIA DE COBRIR UMA CONSTANTE NECESSIDADE CRESCENTE DE ENERGIA. BURENG ENERGY QUER ENFATIZAR NA CONSCIENTIZAÇÃO DE PROTEGER E SALVAR NOSSO PLANETA PARA FUTURAS GERAÇÕES. POR ISSO TEMOS A INTENÇÃO DE PROMOVER A ENERGIA VERDE, MUDAR OPINIÕES, INFLUENCIAR ESTRATÉGIAS POLÍTICAS FUTURAS E CRIAR PROJETOS DE ENERGIA PARA O MERCOSUL (MERCADO SUL-AMERICANO). |
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A MAIS DE TRÊS ANOS, BURENG ENERGY ESTÁ TRABALHANDO EM UM PROJETO NO ESTADO DA BAHIA, BRASIL, E ESTÁ NEGOCIANDO COM O GOVERNO DA BAHIA PARA IMPLEMENTAR UM PROJETO DAQUELE EM BREVE. O GOVERNO DA BAHIA JÁ ENTREGOU OFÍCIO DE INTENÇÃO PARA A BURENG ENERGY.
DESDE QUE A BAHIA É AINDA SEM ENERGIA NUCLEAR, O ESTADO PODERIA SER O PRIMEIRO EM SE TORNAR LÍDER EM ENERGIA VERDE E PERMANECER INDEPENDENTE. ISSO TAMBÉM SERIA UM GRANDE PASSO EM DIREÇÃO À META DO GOVERNO BRASILEIRO PARA REDUZIR AS EMISSÕES DE CO² EM 40% ATÉ 2020. |
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UMA USINA SOLAR DE 150 MEGAWATTS ESTÁ PLANEJADO DE SER CONSTRUÍDA NA BAHIA. A RADIAÇÃO SOLAR EXTRAORDINÁRIA TORNA BAHIA UMA DAS REGIÕES MUNDIALMENTE MAIS EFICIENTE PARA A ENERGIA SOLAR. NOSSAS ANÁLISES COMPROVAM QUE ESTE PROJETO SEJA UM DOS INVESTIMENTOS EM ENERGIA SOLAR DO NÍVEL MAIS ALTO. |
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| INFORMAÇÕES SOBRE ENERGIA |
BRASIL PRETENDE DE REDUZIR AS EMISSÕES DE CO² EM QUASE 40%
São Paulo – Brasil está planejando de reduzir suas emissões do principal gás de efeito estufa, o dióxido de carbono (CO²), em cerca de 40 por cento até 2020, declarou o Governo de São Paulo sexta-feira passada.
Este passo do quinto maior país do mundo resulta das negociações cruciais sobre mudanças climáticas no dezembro em Copenhague e do encontro do presidente Luiz Ignácio Lula da Silva com o presidente francês Nicolas Sarkozy em Paris.
Em Brasília, a Chefe de Gabinete de Lula, Dilma Rousseff, enfatizou que a meta ambiciosa foi voluntária. O Brasil tem a intenção de emitir até 2020 em torno de um bilhão de toneladas de CO2 a menos do que ao contrario ia emitir.
O alvo atual pretende uma redução de CO2 de pelo menos 36,1 por cento até 38,9 por cento.
Se a meta seja alcançada, os níveis de emissões do Brasil em 2020 seria mais ou menos equivalente às de 1994, em torno de 1,7 bilhões de toneladas anualmente.
Cerca de um quarto da meta será alcançado através de uma redução drástica do desmatamento da floresta tropical.
A nação sul-americana também pretende reduzir a taxa de desmatamento na Floresta Amazônica em 80 por cento.
Jose Manuel Barroso, o chefe do executivo da União Européia, elogiou o compromisso brasileiro, dizendo em um comunicado, “Com esta decisão, o Brasil está entre os primeiros dos grandes países emergentes a fazer tal promessa.”
“Este é um passo potencialmente decisivo para alcançar um acordo global em Copenhague em dezembro e ter sucesso na luta contra a mudança climática”
Na semana passada o Governo do Brasil anunciou que o desmatamento da Floresta Amazônica estava em seu nível mais baixo em 21 anos.
Fonte: Earth Times |
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